Associado à Natureza.

Bio

Organização fundada em Brasília, no Cerrado Brasileiro, para contribuir com as atividades de conservação da natureza. Atua pela vida silvestre, envolvendo pessoas, construindo maneiras para melhor lidar com a existência de todos.

O Instituto Jurumi para Conservação da Natureza é uma organização sem fins lucrativos, constituída como associação privada, sociedade científica, conduzida por associados colaboradores e muitos voluntários dedicados, com financiamento através de doações de pessoas, doações de empresas e da captação de recursos. As atividades estão concentradas na defesa de direitos sociais, na pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais e atividades científicas e técnicas. Por ser uma organização da sociedade civil para contribuir com as atividades de conservação da natureza, atua pela vida silvestre, para envolver pessoas e instituições, no intuito de construir maneiras para melhor lidar com a existência das partes. Assim, o Instituto representa o tamanduá-bandeira e espécies silvestres, aborda temas Água, Cerrado e Caatinga, Eco e Clima e atua por intermédio de projetos, campanhas e movimentos. O Instituto Jurumi é Associado à Natureza.

Missão

'Cooperar para o conhecimento da biodiversidade brasileira, no desenvolvimento de projetos, de tecnologias e da educação para a conservação da natureza.'

Nossas Pessoas Nossos Parceiros

Assista ao primeiro vídeo institucional

História



Acervo Instituto Jurumi

A nossa fase de grupo O movimento começa em um projeto sobre ecologia de comunidades em novembro de 2010. Durante a realização das atividades em campo, houve um primeiro contato com um tamanduá-bandeira, que no futuro, veio a se tornar o mascote da organização. Depois houve registros isolados de outros mamíferos, e o conhecimento de que não existia levantamento na Floresta Nacional de Brasília. Em 2011 aconteceu um dos grandes incêndios da história da Unidade e que matou alguns tamanduás-bandeira, segundo informações obtidas. Foi nesse ano o surgimento de um Grupo de Estudos da Vida Silvestre. Em 2012, com o Grupo o levamento de mamíferos que faltava a Unidade foi conduzido. Ao longo do ano, foi percebida a dificuldade de se obter dados sobre a espécie. Contudo, o projeto com mamíferos foi obtendo informações e assim foi possível uma visão mais ampliada das necessidades para conservação da natureza. Nesse contexto, o tamanduá-bandeira era o maior animal silvestre avistado em vida livre. Diante das ameaças que a espécie enfrenta, todos concordaram que ele fosse o símbolo da organização. Com todo o trabalho realizado, notou-se que o tamanduá esteve envolvido pelo meio silvestre e pelas pessoas. Por isso, o mascote é um tamanduá, em estado de alerta devido as ameaças, envolto por todos os lados, simbolizando essas relações.

Atividades de constituição aconteceram a partir de setembro de 2013 em Brasília, onde naturalmente ocorre o bioma Cerrado, envolvendo jovens, estudantes, docentes, pesquisadoras e pesquisadores, cidadãs e cidadãos com atenção à causa ambiental. Então em 16 de Novembro de 2013 o Grupo foi instituído como organização que passou a ser o Instituto Jurumi. Dentre as necessidades, a educação ambiental se firmou como um dos eixos para melhorar o panorama atual e diminuir a desconexão com dados pesquisas e as pessoas. Então atuação com crianças da região, em escolas e centros de ensino, capacitação para comunidades envolvendo a fauna, a exemplo da Chapada dos Veadeiros em GO em 2014. Também nesse ano aconteceram as primeiras atividades da Escola de Conservação da Natureza. Em 2016 a Organização, com mais maturidade, avançou em atividades e melhorias de ações institucionais e firma parcerias importantes. Nesse ano foi instituído o Núcleo de Pesquisa em Ecologia de Estradas e Vias. Em 2017 os projetos tiveram mais resultados, mais pessoas foram atendidas e no final do ano houve uma votação para escolha da nova identidade. Também nesse ano foi instituído o Programa de Estágio e o 'Núcleo de Medicina da Conservação'. No dia 3 de março de 2018, Dia Mundial de Vida Silvestre foi anunciado o novo logotipo do Instituto. Com a participação do público interno e externo, houve 51% dos votos para o logotipo escolhido. Apesar da votação apertada, a escolha da identidade foi reforçada pelo conceito percebido pelos que votaram. Ainda em 2018 mais atividades foram realizadas e novas colaborações. Em 2019 realizamos o primeiro Congresso Brasileiro de Vida Silvestre, tema do grupo inicial, em parceria com muitas instituições, em especial da Universidade Católica de Brasília. Nesse ano foi instituído o Núcleo de Estudos em Áreas Úmidas e aconteceu uma revisão para Núcleo de Medicina da Conservação e Saúde Ambiental. Aconteceram mais expedições às bases de campo e eventos em áreas de Cerrado, com crianças e estudantes de graduação, de biologia e veterinária principalmente. Nesse ano também aconteceram avanços no Programa de Voluntariado e a criação da Sociedade Brasileira para Estudos de Vida Silvestre, uma instituição do Instituto para auxílio em eventos e atividades no tema, com base na abordagem 'espécie-ecossistema-sociedade'.

Em 2020 foi desenvolvido o primeiro Hackathon do Instituto com tema 'Natureza e Cidades Inteligentes', o Encontro de Comunicação Ambiental e o Programa de Intercâmbio, planejado para as férias de julho e totalmente adaptado para um versão virtual e realizado com sucesso. O Programa de Estágio, também revisado, tem novas formas de atividades de formação e educação. Também estão instituídos protocolos de biossegurança para os projetos de pesquisa. O Programa de Voluntariado também é melhorado e identificado como Árvore - Área de Voluntariado e Renovação e acontecem mais colaborações.

Primeiro logotipo
Logotipo atual
Tamanduá-bandeira no Cerrado Registro de incêndio em área de Cerrado típico Atividade de educação ambiental nas escolas Sempre-viva em Cerrado Campestre Fotografias do Acervo Instituto Jurumi

Organização

O Instituto está organizado em Assembleia Geral, Diretoria Executiva e Conselho Fiscal

Assembleia Geral • Órgão deliberativo do Instituto

Diretoria Executiva Gestão 2018/2021

Rodrigo Jose Viana Leite – Diretor Executivo

Thayane Thayane Silva – Diretora de Conservação

Fábio Willian Martins da Silva Diretor de Ciência

Conselho Fiscal Denilson Postai – Cerrado Beer

Órgãos Complementares As Coordenações complementam a Organização e se desenvolvem através de Núcleos e Programas: Coordenação de Associação, Coordenação de Educação e Coordenação de Pesquisa. O Conselho Científico é um órgão social consultivo e autônomo, associado à Diretoria Executiva e atualmente tem a seguinte composição: André Guaraldo, Andressa Gatti, Guilherme de Miranda, Juliano Carregaro, Renata Migliolo, Sávio Bruno, Suelma Silva, Virginia Vilhena.

Objetivos do Instituto Jurumi

realizar a defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável

realizar estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos voltados para conservação da natureza

estudar espécies ameaçadas de extinção para auxiliar na conservação delas e dos hábitats onde vivem, com educação ambiental e envolvimento humano

desenvolver treinamento de profissionais com ênfase em biologia da conservação e eventos que promovam as ciências biológicas e a cultura

instituir e apoiar políticas públicas voltadas para a conservação da biodiversidade

Visão

'Ser uma organização atuante na conservação da natureza brasileira'.

Fotografia de Capa • Ryan Reinholz